terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ranking de índices e aplicações financeiras em novembro/2010...

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PETR4 – trajetória definida por um canal de baixa, desenhado desde o mês de maio/2010...

- Ativo em clara tendência de baixa (bem definida por um canal iniciado em maio), porém, se aproximando da Linha de Retorno (LR) do referido canal, além de já estar próximo de outra linha de suporte que passa pelos 24,00...vale um acompanhamento, considerando a possibilidade de um repique...


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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ibovespa – praticamente testando sua MME200...e o Dow Jones, mantendo os 11.000 pontos...


- O dia iniciou “pesado” com os mercados europeus sentindo a pressão das dúvidas referentes à ajuda à Irlanda... ...agora o temor seria quanto ao risco de contágio de outras economias daquele continente; Portugal e Espanha já estão na mira, porém, agora, até mesmo a Itália parece estar se “candidatando” ao seleto clube...

- Mas a despeito do fechamento fortemente negativo dos mercados europeus, conforme se aproximava o final do pregão, por aqui, os ânimos foram se “arrefecendo”...de uma queda superior a -1,0%, o Ibovespa apresentou certa recuperação no intraday, encerrando o dia com pequena perda de -0,47%. É verdade que fechou abaixo dos 68k, mas o importante foi que não perdeu a linha de suporte que passa pelos 67.700 pontos...

- O candle deixado no gráfico diário indica indecisão e uma certa reação compradora, considerando que praticamente testou sua importante MME200. Os osciladores bastante aliviados, quase na sobrevenda, deixam margem a um repique...os fatos que podem auxiliar nesse eventual movimento seriam relacionados à situação de que amanhã é o último pregão do mês...e os gestores necessitam dar uma “melhorada” no desempenho de suas carteiras... ...o Dow Jones também deixou um candle de possível reversão, mantendo o nível dos 11.000 pontos... ...vale acompanhar amanhã...

- Veja abaixo o gráfico diário do IBOV e do Dow Jones:



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domingo, 28 de novembro de 2010

Interessante matéria: “Como a Alemanha pode matar o euro...”


- Leitura interessante sobre o assunto que está, atualmente, provocando instabilidade na economia mundial: a saúde financeira das nações européias e o futuro incerto do Euro... ...vale a pena acompanhar...

“Como a Alemanha pode matar o euro...”
Por: Gideon Rachman – Financial Times


“Depois de não conseguirem impedir a disseminação da crise da Grécia, os europeus agora esperam poder conter a crise do euro na Irlanda. Mas, mesmo com a montagem do pacote de resgate irlandês, os mercados de bônus já olham com desconfiança para Portugal. Depois de Portugal, a Espanha é tida como o próximo da lista. E, se uma economia realmente grande como a Espanha precisar chamar a brigada de incêndios financeiros, todo o futuro do euro estará seriamente ameaçado.

Meu palpite no momento é que a moeda única em algum momento será eliminada - e que o carrasco do euro será a Alemanha, o país e a economia mais poderosos da União Europeia.

A manchete de uma das reportagens do "Financial Times" mais lidas na semana passada era "Alemanha furiosa" - e tratava das acusações feitas por alguns europeus de que a última reviravolta na crise do euro foi provocada pelas políticas inflexíveis da Alemanha.

- Segue abaixo...

Mas os próprios alemães têm muitas razões para estarem zangados com a maneira como a moeda única está se desenvolvendo. Seu país passou por uma década dolorosa de restrições dos salários e cortes nos serviços do governo. Muitos eleitores estão ultrajados com a possibilidade de o dinheiro de seus impostos ser usado para financiar a antecipação de aposentadorias para os gregos, ou os impostos corporativos superbaixos da Irlanda.

O povo alemão também recebeu a promessa de que o euro seria tão estável quanto o marco - e que haveria uma "cláusula nada de socorro" que impediria os países mais ricos da Europa de terem de salvar os indigentes. As duas promessas parecem perigosamente perto de serem quebradas. Isso, por sua vez, aumenta os temores de a corte constitucional da Alemanha declarar ilegal a participação de seu governo nos planos de socorro europeus.

O medo que o governo alemão tem de sua própria corte constitucional já vem sendo um condutor crítico da crise. Este ano, os alemães foram acusados de agir muito lentamente na organização de um resgate da Grécia. Mas a indolência oficial foi motivada pelo temor de que uma ação rápida pudesse ser considerada uma violação aos tratados europeus.

A crise imediata na Irlanda foi desencadeada há cerca de um mês, quando Angela Merkel sugeriu que, em crises futuras do euro, os detentores privados de bônus deveriam arcar com mais perdas e novas mudanças nos tratados europeus são necessárias. Esta afirmação também foi feita sob pressão das cortes de justiça.

Por sua vez, as ações da Alemanha criaram pressões políticas e legais sobre as nações que estão recebendo ajuda. Na Grécia, já houve manifestações violentas em Atenas e um ministro evocando a ocupação nazista da década de 1940. Na Irlanda, lamenta-se muito a ameaça à soberania nacional. Na segunda-feira, o próprio governo hesitava.

É possível que a ascensão dos partidos nacionalistas e anticapitalistas, como o Sinn Féin da Irlanda, venha a levar os países que estão recebendo ajuda a dar uma "banana" para a União Europeia - e pagarem para ver se a vida não pode ser melhor fora da moeda única. Países como a Grécia e Portugal poderão ser um pouco mais competitivos se puderem desvalorizar suas moedas. Mas abandonar o euro poderá ser uma humilhação nacional para os membros da periferia sul. Não há também nenhum mecanismo para se abandonar o euro de uma maneira ordeira. Quaisquer preparações óbvias para se fazer isso poderão desencadear uma corrida aos bancos.

Portanto, se o euro for rompido, o país que pedir o divórcio deverá ser uma economia forte - com a Alemanha sendo o litigante mais provável. Os alemães não tomariam essa medida rapidamente ou sem motivo. Um compromisso com a integração europeia vem sendo o motivo condutor da política externa alemã há meio século.Mas se os alemães se convencerem de que ficará impossível lidar com seus parceiros da zona do euro - e que assim toda a experiência com a moeda única poderá não funcionar -, eles poderão decidir sair. Imagino que isso poderia acontecer de duas maneiras.

A primeira envolveria uma onda sucessiva de crises financeiras na zona do euro, que afetariam os países maiores e gradualmente minaria a confiança dos contribuintes alemães de que os "empréstimos" que a UE está concedendo aos membros mais fracos serão pagos.

A segunda é se, como parece bem provável, as mudanças nos tratados que o governo alemão está exigindo para satisfazer suas cortes não forem ratificadas por alguns dos 26 países membros da UE. A essa altura, os alemães poderiam dizer de fato: "Bem, fizemos o nosso melhor, mas os outros europeus não querem fazer o que é preciso para serem salvos". A Alemanha poderá, então, sentir-se livre da obrigação histórica de "construir a Europa".

Sei que ao estabelecer esses cenários estou fazendo suposições em cima de suposições. Se apenas um ponto da cadeia de argumentos estiver errado, os eventos poderão seguir outra direção. Tudo o que quero mostrar é que os otimistas que criaram o euro - e ainda afirmam que a moeda vai superar os atuais problemas - também fizeram muitas suposições. E as suposições deles parecem que não estão dando muito certo.”

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sábado, 27 de novembro de 2010

Curiosidade – veja o custo de fabricação das moedas que usamos no dia a dia...

- Apenas como parâmetro, as moedas de 1 centavo custam nove vezes mais do que valem...por isso que é difícil encontrá-las no comércio, e não é muito negócio (devido aos custos de produção altíssimos) para o Banco Central aumentar a sua produção...


Fonte/tabela: Beatriz Padrão – G1 Economia e Negócios

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Debêntures da BNDESpar são adequados para o longo prazo, em virtude da baixa liquidez...


- O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está realizando uma oferta de debêntures, por meio da BNDESpar, iniciada no dia 08/nov, e que se estende até o próximo dia 1º de dezembro.

- O investidor pode aplicar entre R$ 1 mil e R$ 500 mil, e existem três alternativas de remuneração para o investidor, que podem ser comparadas aos títulos de renda fixa governamentais vendidos no Tesouro Direto. No momento da reserva o investidor pode colocar a compra a preço de mercado ou estabelecer uma sobretaxa mínima em cada papel, de até 0,7% nas séries prefixadas e do IPCA e de até 0,9% na flutuante.

- A oferta está sendo bem recebida pelo mercado, e há uma expectativa de que a rentabilidade, definida somente depois de a reserva acabar, será um pouco melhor do que o Tesouro Direto.

- Segue abaixo...

- No entanto, é indicada como apenas mais um meio de diversificação das aplicações, valendo a pena mais àqueles que têm condições de permanecer com os papéis até o seu vencimento. Não custa lembrar que o vencimento dessas debêntures depende do tipo (prefixada, flutuante ou vinculada ao índice de inflação), variando entre janeiro/2014 e janeiro/2017.

- Para aqueles investidores que não têm condições de ficar com o título até o vencimento, há o problema da liquidez, pois quantidade de negócios com esse tipo de papel ainda é baixa. Devido a isso, é provável que ao tentar se desfazer antes do título, este será negociado em valores menores ( o chamado “spread”)...

- A taxa de custódia, cobrada semestralmente, é de R$6,90, mas é isento o investidor que já possuir alguma ação ou título público

- Mais informações, consulte a página do BNDES .

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ibovespa – e agora...?...engolfo...reversão...compra?...


- Não é à toa que os consultores financeiros geralmente indicam a bolsa de valores como um investimento para o longo prazo...rs...

- Os pregões dos últimos dias têm "pregado" algumas peças nos investidores mais focados no curto prazo...em um dia, apresenta queda considerável, movida por um certo sentimento de “início de crise” e pessimismo...no dia seguinte, recupera as perdas, amparada por um arrefecimento dos ânimos...mas será que as preocupações com a Europa e China terminaram em um “passe de mágica”...?...

- A questão é que o mercado está emitindo alguns sinais divergentes (“graficamente” falando), em princípio, sobre a direção que pretende tomar no curto prazo... ...hoje, por exemplo, não confirmou o “pivot de baixa” engatilhado no pregão anterior, e recuperou a LTA perdida...ou seja...ainda espera-se uma confirmação se realmente reverteu a direção, ou apenas foi um repique...

- O restante da semana ainda poderá manter indefinida a situação do mercado, em virtude do feriado, amanhã, nos EUA... ...e sem o funcionamento da “matriz”, os volumes de negociação provavelmente ficarão abaixo da média...o volume do Dow Jones hoje já está reduzido, comparando aos últimos dias...

- Veja abaixo o gráfico diário do IBOV e do Dow Jones (nos EUA, o pregão ainda está em andamento...):



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